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Operário FerroviárioGuarani Esporte Clube
2 x 0
01/05/2012
Germano Krüger
Ponta Grossa - PR

Globo Esporte

As novas contratações do Fantasma deram conta do recado e mostraram que o time pode buscar recuperação no Paranaense

O Operário deu início ao returno do Campeonato Paranaense com o pé direito. O Fantasma bateu o Paranavaí por 2 a 1 na noite desta quarta-feira, no estádio Germano Krüger e diminiu um pouco a pressão sobre o elenco. Em noite de estreias, os gols da equipe foram foram marcados por Maicon e a nova contratação, o zagueiro Neguette. No Vermelhinho, Francis descontou.

Na partida, o Operário mostrou que está disposto a deixar a campanha ruim do primeiro turno de lado. Com o apoio da torcida em Ponta Grossa, a equipe foi para cima do Paranavaí e logo nos minutos iniciais, os donos da casa criaram chances de marcar.

O domínio de jogo foi coroado aos 21 minutos. Em boa jogada de Maicon no meio de campo, o jogador deixou dois marcadores para trás e arriscou de longe. O goleiro Serginho não alcançou e a bola morreu no fundo das redes. Com os estreantes da noite, o Fantasma chegou ao segundo gol. Rogério Souza foi lançado na corrida e fez o cruzamento na área. A outra novidade, o zagueiro Neguette, subiu de cabeça e completou para o gol.

O segundo gol deixou o alvinegro acomodado em campo. Com isso, o Paranavaí começou a gostar da partida e se aproximar com perigo da meta do goleiro Filipe. O resultado veio pouco tempo depois. Aos 35 minutos, Francis descontou para o ACP.

Na volta do intervalo, o Fantasma começou arriscando mais as jogadas de ataque. Rogério Souza teve duas chances de aumentar o marcador. Na primeira, a finalização parou na trave do Paranavaí. Na outra oportunidade, o jogador perdeu gol incrível.

Perdendo a partida, o Paranavaí se atirou ao ataque para tentar o gol de empate e sair da zona de rebaixamento. Mas o Operário estava bem postado na zaga e segurou o setor defensivo do ACP até o apito final do árbitro.

Assista aos gols clicando aqui!

Da Redação Ponta Grossa,PR (GloboEsporte.com – 29/02/2012).

Em jogo com cinco pênaltis assinalados, o Operário venceu o Arapongas por 2×1 na tarde deste domingo no Estádio dos Pássaros, pela sétima rodada do Campeonato Paranaense. O resultado deixa o Fantasma na sétima colocação com sete pontos. O Arapongas se mantém na quarta posição com 13 pontos.

Mesmo fora de casa, o Operário foi para cima e conseguiu um pênalti aos 18 minutos. Ícaro foi para a cobrança e Victor fez grande defesa. A situação poderia se complicar. O técnico Lio Evaristo viu Renato Saldanha ser expulso, e logo após o árbitro marcar pênalti para o Arapongas. Edu Amparo converteu e abriu o placar.

O time ainda poderia ter ampliado antes do intervalo, isso porque o árbitro marcou outra penalidade para o Arapongas. Thiago Adan foi para a batida e Filipe defendeu.

O segundo tempo parecia repetição do primeiro. Logo aos dois minutos mais um pênalti, dessa vez para o Operário. Baiano foi para a cobrança e empatou o jogo.

Para deixar mais emocionante a partida, o árbitro Paulo Roberto Alves Júnior marcou o quinto pênalti, aos 13 minutos. Novamente Baiano foi para a bola e converteu, virando o jogo.

Da Redação Curitiba (GloboEsporte.com – 12/2/2012).

Expulso contra Mirassol, George diz que nem encostou no árbitro Rodrigo Nunes de Sá, que relatou na súmula ter sido atingido de raspão na testa

“Para ganhar o Oscar não está difícil”. Essa é opinião do lateral-esquerdo do Operário-PR, George Santos, sobre o polêmico lance em que o árbitro Rodrigo Nunes de Sá aparentou simular uma agressão e cair no chão, na vitória do time paranaense por 3 a 0 sobre o Mirassol, pela Série D do Brasileiro. Após levar um cartão vermelho, o camisa 6 se dirige ao juiz aos berros e, em dado momento, os rostos de um e de outro parecem se encostar levemente. O árbitro então faz um movimento e leva as mãos ao rosto, atirando-se no gramado (assista ao vídeo).

Para o lateral-esquerdo, o árbitro errou ao não aplicar o cartão amarelo em um atleta do Mirassol, em um lance que teria parado um contra-ataque do Operário-PR. George se arrepende de ter chegado perto demais do juiz, mas nega ter agredido o árbitro fisicamente.

- O jogador deles matou o contra-ataque com falta. Eu pedi um amarelo, e ele disse que eu estava falando demais. Aí eu falei: “Assim é fácil dar amarelo, né?”. Ele então resolveu me expulsar. Eu cheguei mais perto e disse: “O senhor está de sacanagem também”. Acho que a única coisa que fiz de errado foi chegar para conversar, já que ele era a autoridade. Em nenhum momento encostei nele. Para ganhar o Oscar não está difícil – relatou George, por telefone.

Na súmula, o juiz relatou que o jogador teria proferido xingamentos com o “dedo em riste”, na direção de seu rosto. Mas, segundo George, não houve falta de respeito. O atleta contou também que o médico do Operário-PR tentou examinar o árbitro que estava caído no chão, mas ele recusou o atendimento.

- Toda hora eu vejo, revejo o lance. Não houve agressão. Alguns companheiros meus se exaltaram, mas eu não o agredi com palavras. Não me lembro de ter falado nada disso. O médico do clube me falou que foi colocar a mão no nariz, na testa dele, e ele nem deixou tocar. Falou que já estava bem, que queria continuar.

George contou também que nunca participou de jogos apitados por Rodrigo Nunes de Sá e disse não ter nenhum problema pessoal com o juiz.

- No jogo da rodada passada, um juiz prejudicou a gente e nada aconteceu. Você imagina trabalhar a semana toda, jogar em casa, e ser prejudicado? A gente não consegue entender o que houve (contra o Mirassol). Que eu me lembre, ele nunca apitou jogo meu.

Receoso de levar algum tipo de punição, em um julgamento que ainda será marcado, o atleta lamentou o fato. Ele afirmou também que o clube vai ajudá-lo juridicamente no caso.

- O pessoal do clube me falou que vai acompanhar o caso de perto. Isso tudo me desagrada muito. Imagina se um pai está la com o filho no estádio, vendo o jogo, e ele vê isso. Vou ver o que acontece, mas já tenho as imagens. Quero ver o que ele vai falar diante das imagens – concluiu o atleta de 25 anos.

Procurado pelo GLOBOESPORTE.COM, o árbitro Rodrigo Nunes de Sá negou-se a dar qualquer tipo de esclarecimento a respeito do lance.

- A gente não pode dar nenhuma entrevista de caráter técnico ou disciplinar, isso está no regulamento dos árbitros (insistiu, repetindo a afirmação por duas vezes). Tudo que aconteceu em campo foi relatado na súmula – limitou-se a dizer.

Por Globo Esporte – Redação Rio de Janeiro (22/9/2011).

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