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2 x 0
01/05/2012
Germano Krüger
Ponta Grossa - PR

Brasileirão D 2010

Auditores do STJD entendem que clube é culpado por arremeso de pedra no gramado em jogo pela Série D

Caso o Operário consiga a classificação para jogar novamente a Série D em 2011, o primeiro jogo em casa não será no estádio Germano Kruger. O clube ponta-grossense foi punido na tarde desta sexta-feira no Superior Tribunal de Justiça Desportiva por conta de uma pedra arremessada em direção ao gramado no jogo contra o Madureira, pelas quartas-de-final da competição.

Além da perda de campo, o Operário foi punido em 2 mil reais. O Fantasma foi defendido pelo advogado Sandro Wuicik, do escritório de Domingos Moro. Ele argumentou que conversou com os dirigentes locais e eles afirmaram nem saber da existência do fato.

Porém, o relator Washington Oliveira não aceitou a tese da defesa e votou pela punição, sendo acompanhado por todos os auditores.

Ainda nesta sexta-feira, o preparador físico Carlos Baddin, o Gamarra, foi punido com dois jogos de suspensão por ofender o árbitro no jogo contra o Joinville.

Por Vitor Hugo Gonaçalves (Net Esporte Clube – 5/10/2010).

As poucas esperanças que se tinha sobre uma eventual reviravolta na Série D, foram dizimadas na tarde de ontem, com o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) absolvendo o Madureira e confirmando a equipe carioca com o quarto time a conseguir o acesso à Série C do ano que vem.

O Madureira foi denun­ciado por escalação irre­gu­lar – artigo 214 do Có­digo Brasileiro de Justiça Des­por­tiva (CBJD) – porque Wesley atuou nas partidas contra Tupi/MG, Botafogo/SP e Cene/MS, ainda na primeira fase da Série D, sem que estivesse inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) e na Diretoria de Registro e Transferência (DRT). Em primeira instância, o jurídico do Madureira conseguiu a absolvição ao contestar que os documentos enviados pela CBF aconteceram fora do prazo.

O caso interessou ao Ope­rá­rio, que inclusive enviou seu advogado até o julgamen­to no Rio de Janeiro, na espe­rança de que uma conde­na­ção do time carioca pudesse vir a beneficiar o alvinegro.

A quarta divisão nacional ainda pode sofrer outra mudança com o América/AM, que ainda pode ser eliminado da competição e dar vaga ao Joinville. O time amazonense será julgado hoje, também pela denúncia de escalação irregular.

Por DCMais (29/10/2010).

Clube foi julgado pela escalação irregular do jogador Wesley na primeira fase

O Madureira disputará a Série C do Campeonato Brasileiro em 2011. Nesta quinta-feira, dia 28 de outubro, o Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) manteve a absolvição do clube carioca por conta da acusação de escalação irregular do jogador Wesley na primeira fase da Quarta Divisão da competição nacional.

Com a decisão do STJD, o Madureira fará companhia a América/AM – que ainda pode ser eliminado da competição e dar vaga ao Joinville – Araguaína/TO, Guarany/CE, na Série C do ano que vem. O time amazonense será julgado nesta sexta-feira, também pela denúncia de escalação irregular.

O Madureira foi denunciado por escalação irregular – artigo 214 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) – porque Wesley atuou nas partidas contra Tupi/MG, Botafogo/SP e Cene/MS, ainda na primeira fase da Série D, sem que estivesse inscrito no Boletim Informativo Diário (BID) e na Diretoria de Registro e Transferência (DRT). Em primeira instância, o jurídico do Madureira conseguiu a absolvição ao contestar que os documentos enviados pela CBF aconteceram fora do prazo e o processo sequer foi analisado no mérito.

O procurador-geral, Paulo Schmitt, durante o processo, disse que foi pego de surpresa com a primeira decisão sobre o caso, na sessão da Terceira Comissão Disciplinar, diante da preliminar de decadência aceita pelos auditores de primeira instância. Além disso, Schmitt cita a falta de documentos no processo, como o acórdão do voto que prevaleceu no primeiro julgamento.

Depois da palavra do procurador-geral, o advogado do operário se pronuncioiu com base nas palavras do procurador, ressaltando que a decadência não pode ser levada em conta nesse processo, “Senão não haverá mais jogador irregular nesse país”, encerrou.

O defensor do Madureira, Pedro Diniz, quando teve a palavra, frisou durante sua sustentação que a Procuradoria não entrou com o recurso no prazo correto, e que inclusive já tinha informado à diretoria do clube que o processo tinha transitado em julgado, antes de “ser surpreendido com o recurso da procuradoria”. Rebatendo a tese da procuradoria, Pedro Diniz também afirma que esse caso de preliminar de decadência não é inédito, e já ocorreu caso semelhante em 2009.

Em campo, o Madureira foi eliminado pelo América/AM nas semifinais. Depois de ter vencido o primeiro jogo, fora de casa, por 2 a 1, o Tricolor Suburbano perdeu por 2 a 0. A equipe amazonense espera o vencedor de Araguaína/TO e Guarany/CE para decidir o título.

Por Aline Pereira e Raphael Petersen (Justiça Desportiva Notícias – 28/10/2010).

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