Próxima Partida
Operário Ferroviário
 
Ainda não foi
definida a próxima
partida. Aguarde!
Última Partida
Amistoso
Operário FerroviárioGuarani Esporte Clube
2 x 0
01/05/2012
Germano Krüger
Ponta Grossa - PR

Paranaense

Um início desconfiante. Sistema defensivo confuso, erros de passe e posicionamento e o medo da proximidade da zona do rebaixamento cada vez mais real.

O ano do centenário começava como o torcedor do Operário não queria. Após duas campanhas de sucesso nos certames anteriores, com classificações para a Copa do Brasil e Brasileirão, em 2012 os objetivos pareciam distantes.

No entanto, o time acordou após as chegadas do técnico Lio Evaristo e de reforços experientes, como Neguete, Paulo Foiani e William. Aliás, despertou, também, depois das goleadas para Atlético-PR (5×0) e Juventude (4×0).

Um segundo turno sem espelhos com o primeiro. Luta pelo título e possível Série D. As metas não foram atingidas, porém a torcida voltou a ver novamente o Operário que estava acostumada. Ao fim do empate em casa com o Coritiba, em um dos melhores jogos do Estadual, aplausos aos jogadores alvinegros.

Contudo, a sintonia atingida pelo grupo se desfaz hoje com o último jogo do Paranaense. “Fica aquela ponta de frustração. De não chegarmos mais longe e desse grupo terminar. Agora cada um vai para um lado”, aponta o meia William.

Para o jogo de hoje diante do Corinthians-PR, o Operário não terá o goleiro Silvio, machucado, o zagueiro Renato Saldanha e o volante Patrick, suspensos, e também o técnico Lio Evaristo, condenado pela Justiça Desportiva a um jogo de suspensão.

A última partida oficial do Operário em 2013 acontece, justamente, dois dias antes do clube completar 100 anos de fundação. A festa do centenário atinge o auge nesta segunda e terça-feira com shows, foguetório, carreata e o clássico Operário e Guarani, o Ope-Guá, de masters.

FICHA TÉCNICA
OPERÁRIO X CORINTHIANS-PR

Operário: Filipe; Correia, Neguete, Henrique e George; Zé Leandro, William, Ceará e Maicon Veiga; Marcelinho e Baiano
Técnico: Lio Evaristo

Corinthians-PR: Colombo; Flávio, Seffrin, Alex Fraga; Willian Leandro, Welligton, Safira, Andrezinho e Digão; Marcelo e Bruno Batata
Técnico: Leandro Nieheus

Local: Estádio Germano Kruger
Data/horário: 29/04/12, às 16h
Árbitro: Luiz Alberto Alves de Abreu
Assistentes: Cacio Junior Quadrelli e Ericsander Agostini Duarte

Por Emmanuel Fornazari (Redação em Campo – 29/04/2012).

Operário enfrenta o Corinthians-PR hoje no Germano Krüger e encerra sua participação no Paranaense; sem calendário, equipe só volta para o Estadual do ano que vem

Quem quiser ver o Operário em ação em um jogo oficial neste ano, tem a última oportunidade hoje, a partir das 15h50. O alvinegro enfrenta o Corinthians-PR no Germano Krüger, pela última rodada do Campeonato Paranaense.

Depois da partida de hoje, não haverá mais futebol profissional em Vila Oficinas até o Estadual do ano que vem. Sem uma das duas vagas na Série D do Campeonato Brasileiro deste ano concedida aos dois melhores do interior do estado, o Operário não tem calendário para o segundo semestre, e sem alternativas, fecha as portas do futebol profissional neste ano, retomando as atividades em meados de outubro/novembro com a montagem do elenco para o ano que vem.

O clima de despedida foi evidente ao longo de toda a semana, e no último treinado por Lio Evaristo, na tarde de sexta-feira, ficou ainda mais claro com o treinador concedendo uma longa entrevista coletiva, e com a maioria dos jogadores fazendo um balanço da distinta campanha de 2012.

Lio, por sinal, não estará à frente do último jogo do Operário no Estadual. “Mas não é porque fui embora não”, avisou, com o bom humor, uma das marcas imprimiu desde a sua chegada ao clube ponta-grossense. O técnico cumpre suspensão pela expulsão ocorrida no jogo contra o Londrina.

Lio Evaristo, ainda falou que ainda não definiu seu futuro no Operário, afirma que gostaria de ficar e acredita em uma proposta da direção alvinegra, mas prefere deixar o tema para ser debatido após a partida de hoje. Por hora, prefere ressaltar os feitos de sua passagem pelo Operário, onde, acredita, ter deixado a sua marca. “Até o Roma tinha treinado, e fomos para o jogo do Toledo pressionados, mas dali para frente o time pegou forma e houve uma evolução no coletivo muito grande. Costumo dizer que o espelho desse time é o Saldanha. Antes ele era um jogador desacreditado e hoje está animado, voltou a ter um bom futebol”, comenta Lio.

Sobre aquilo que considera ter sido o diferencial no Operário que passou a ter a sua cara, o treinador acredita que foi a confiança depositada. “A confiança que depositaram foi passando para mim, depois para os jogadores, e o grupo deu a volta por cima. E minha mulher também foi fundamental. Tive que ter força para continuar, e ela me cobrou, disse que todos estavam acreditando, lógico que não era 100%, mas era um número alto que estava do meu lado, e isso foi dando tranquilidade”, disse.

Especificamente sobre a partida de hoje, Lio Evaristo foi sucinto. “É uma pena que é a despedida, mas está todo mundo motivado”.

Por

Alvinegro não conseguiu atingir o objetivo de igualara a campanha do ano passado, mas ao menos brigou pela liderança e título no segundo turno

Os objetivos do Operário em 2012 eram ambiciosos. No ano em que inicia as comemorações do seu Centenário, o clube alvinegro queria ao menos repetir a campanha do ano passado, quando terminou em terceiro lugar, na melhor campanha dos últimos 20 anos. Falava, inclusive, em brigar pelo título.

Porém, o planejamento desandou, os recursos rarearam em determinada altura, e o que era pretensão do topo virou preocupação com o rebaixamento. O primeiro turno do Operário foi sofrível, com atuações abaixo da média, uma troca de técnico, juntamente com a chegada de reforços fez o time reagir, e no segundo turno, se aproximou daquilo que era sonhado antes do Estadual.

As justificativas para dois momentos tão distintos são variadas. Contusões, mudança de técnico, falta de sorte, chegada de reforços. “Foram dois times. No primeiro turno perdemos o Grilo, eu vinha de lesão, não tinha jogadores experientes. Aí no segundo turno o Lio chegou, veio Paulo Foiani, Neguete, o Baiano começou a marca e aí embalou”, analisa Ceará. “Uns dizem que foi o planejamento, outros falam que foi falta de sorte. Para ser sincero nem nós mesmo sabemos o que aconteceu. Trabalho não faltou, a diretoria fez a parte dela, mas dentro de campo as coisas não aconteceram no primeiro turno”, analisa Marcelinho.

Sem conseguir atingir o objetivo de sequer conseguir calendário para o segundo semestre, ficou como apego a boa campanha no segundo turno, quando o Operário chegou a brigar pela liderança, e por pouco não encerrou o primeiro turno com chances de título do segundo turno.

Ceará admite que as comparações com o ano passado são vantajosas para o projeto montado em 2011, mas ainda ressalta o trabalho feito neste ano. “Sei que eu não fui o Ceará do ano passado, mas ainda me sinto como ídolo do Operário. Ano passado cheguei no meio e ajudei o time a chegar em terceiro, e este ano passei por cirurgia, me lesionei de novo, e ainda assim consegui marcar cinco gols. Até mesmo no jogo contra o Coritiba, quando perdi aquele gol, achei que seria vaiado, que a torcida ia cair em cima, mas não, gritaram meu nome, me apoiaram”.

Da Redação (Diário dos Campos – 29/04/2012).

Tabelinha


Copie e cole o código abaixo em seu site/blog

+ Operário

Redação em Campo
 
OPERARIO.COM
 
Blog do Fantasma
 
Timão é o Fantasma
 
Luciano Mendes - Criatividade em Fotografia (42)9949-6397
 
 
 
Add to Technorati Favorites