Depois da decepção de não fazer o jogo de apresentação oficial da equipe para a torcida em Ponta Grossa e de uma avaliação positiva do resultado de 0 a 0 no amistoso transformado em jogo treino contra o Cerro Porteño, do Paraguai, o Operário trabalhou dentro e fora do campo para a estreia no campeonato paranaense.

Em campo, o treinador Amilton Oliveira já conta mais três reforços e no lado de fora das quatro linhas foram finalizados os reparos e obras exigidas para a liberação do Estádio Germano Krüger.

Foto: Arilson, Serginho Catarinense e Osmar são as "caras novas" no Operário Ferroviário

Na parte das reformas exigidas pela Federação Paranaense de Futebol por conta de um lado do Conselho Regional de Engenharia, todos os pedidos foram atendidos, de acordo com Marcelo Sfeir, do grupo gestor do Operário. “Finalizamos já as obras no sábado a tarde e ainda hoje [ontem] estão sendo feitos reparos adicionais por conta do clube.

Foi feito agora um adendo ao laudo inicial que aponta cinco principais necessidades e já encaminhado para Curitiba para o aval final e a liberação do estádio”, diz Sfeir, ao se mostrar confiante na realização do jogo de domingo contra o Coritiba em Ponta Grossa.

Maratona
O Operário vai encarar uma verdadeira maratona de jogos para se manter em primeiros colocados e assim garantir calendário para o ano todo. Mas para garantir uma vaga no Campeonato Brasileiro da Série D – no segundo semestre deste ano – e ficar na briga por um lugar na Copa do Brasil de 2012, o time ponta-grossense terá que percorrer 4.856 quilômetros nos 11 jogos fora de casa (com ida e volta).

Esse total conta apenas a distância entre as cidades e assim levando em consideração deslocamentos dentro dos municípios para acesso a hotel, estádio entre outros locais a ‘viagem fantasma’ ficará perto dos 5 mil quilômetros rodadas neste estadual.

Por Alexandre Costa (JMNews – 11/01/2011).

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