O Operário de Ponta Grossa, terceiro colocado no segundo turno do Campeonato Paranaense com 14 pontos, não sofreu grande perdas e danos em julgamento realizado nesta última segunda-feira, dia 11 de abril, no Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná (TJD/PR). O clube teve dois atletas julgados pela Primeira Comissão Disciplinar e nenhum dos dois pegou uma pena pesada. Além disso, terá que pagar apenas R$ 300 por atraso para entrar em campo.

O clube foi denunciado no artigo 206 (dar causa ao atraso do início da realização de partida, prova ou equivalente, ou deixar de apresentar a sua equipe em campo até a hora marcada para o início ou reinício da partida) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD) e corria o risco de pagar multa de até R$ 1 mil por cada minuto de atraso. A infração foi cometida na partida contra o Atlético/PR, realizada no dia 19 de março, na Arena da Baixada. A decisão se deu por unanimidade de votos.

No mesmo jogo, o meia Ceará, de 26 anos, foi expulso aos 30 minutos do segundo tempo após cometer falta violenta e receber o segundo cartão amarelo. Apesar da expulsão de Ceará, o Operário venceu o Furacão por 2 a 0. O jogador foi enquadrado no artigo 254 (praticar jogada violenta) do CBJD. Por decisão unânime da Primeira Comissão, o atleta foi punido com um jogo de suspensão, já cumprido.

Outro julgado foi o lateral-direito Gilson. Ele foi denunciado no mesmo artigo que o companheiro Ceará após ser expulso no jogo entre Operário e Arapongas, no dia 13 de março. Assim como Ceará, Gilson foi apenado com um jogo de suspensão, já cumprido de forma automática. Neste caso, porém, a decisão se consumou por maioria de votos.

Enquanto isso, depois de empatar por 1 a 1 com o Paraná Clube e ver as chances de título do segundo turno irem por água por baixo, o Operário volta a campo neste domingo, dia 14, para pegar o Cianorte, em Ponta Grossa.

Fonte: Justiça Desportiva – Rodrigo Coutinho

Por Geraldo Bubniak (FutebolParanaense.net – 12/4/2011).

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