Com três alterações, o O­pe­­­rário tenta hoje sua re­­­cuperação no Campeonato Pa­­­ranaense. Após perder para o Coritiba em casa na es­treia, o time alvinegro vai até Cascavel para enfrentar os donos da casa que também começaram mal o Estadual.

Cascavel e Operário se enfrentam às 20h30 de hoje no Olímpico no oeste do estado tentando se recuperar das derrotas sofridas na rodada de abertura do Paranaense. Na rodada de estreia no Es­ta­dual Cascavel foi derrotado por 2 a 1 fora de casa pelo Paranavaí, enquanto que o clube ponta-grossense perdeu em casa para o Coritiba por 1 a 0.

Foto: ESTREIA Em sua estreia pelo Operário, Valtinho fará dupla com João Paulo na defesa alvinegra

ESTREIA Em sua estreia pelo Operário, Valtinho fará dupla com João Paulo na defesa alvinegra

Almejando os primeiros pontos na competição, Amil­ton Oliveira arma o Operário no 4-4-2 mais tradicional, com três volantes e um meia, além de promover três mudanças no time titular em relação à equipe que iniciou a partida do último domingo. A dupla de zaga será sacada integralmente. Saem Vinícius e Alisson, entram Valtinho e João Paulo, que estreiam hoje. “Trei­namos poucas vezes juntos”, admitiu Valtinho. “Mas va­mos procurar nos acertar ra­pidamente para que possa­mos fazer uma boa partida. Os outros jogadores já nos passaram algumas informações sobre o nosso adversário, principalmente sobre o atacante deles”, complementa o zagueiro, se referindo a Clênio, hoje centroavante do Cascavel mas que defendeu o alvinegro em 2009 e 2010.

No meio de campo, mais alte­rações. Serginho Cata­ri­nen­se, que atuou no primeiro tem­po diante o Coritiba, dá lugar a um atacante, Mateus, caso tenha sua inscrição regu­la­rizada, ou Fábio Buda. “O Serginho Catarinense foi es­­calado contra o Coritiba por ser um jogador experien­te e que seria bastante útil na­quele momento, mas foi den­tro do planejamento. Ele não fez pré-temporada e agora ele terá de se aprimorar fisicamente”, justifica o técni­co. Com a mexida, Rilber se­rá recuado para o meio, fazen­do com que a equipe tenha dois atacantes de ofício (o segundo atacante será Hevandro). “O Rilber volta para a posição de origem dele, no meio de campo, e com isso abre para mais um atacante, já que temos a necessidade de vencer”, explica Oliveira.

Já o meia, que diante o Co­ritiba atuou um pouco mais à frente, minimiza o retor­no à sua função de origem, evocando o discurso de volun­tariado no elenco. “Fu­te­bol hoje é muito solidário, indiferente da posição, quem está aqui está para ajudar. A gente joga conforme as circunstâncias da partida, e espero ajudar o Operário em conseguir recuperar os pontos perdidos aqui”.

Por Jeferson Augusto (Diário dos Campos – 19/1/2011).

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