Equipe iniciou ontem série de exames que se estendem até semana que vem; diretoria anunciou saída de preparador físico

A preparação para a Série D do Campeonato Brasileiro começou oficialmente ontem, para o Operário. Testes de avaliação física dos jogadores do elenco alvinegro abriram os trabalhos com vistas à disputa da quarta divisão nacional.

Sob o comando professor Edson Itary Kaminagakura, com a participação de acadêmicos do curso de Educação Física da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), os jogadores foram submetidos aos primeiros exames físicos integrantes da bateria de testes, que deve se estender até o fim da semana no no Campus Universitário de Uvaranas.

AVALIAÇÃO Jogadores do Operário foram submetidos a exames na UEPG e testes seguem até semana que vem

AVALIAÇÃO Jogadores do Operário foram submetidos a exames na UEPG e testes seguem até semana que vem

A grande novidade na abertura da preparação física do Operário foi justamente a mudança na estrutura da comissão técnica responsável por este setor. Antonio Marcos Santos Ferreira pediu desligamento do clube ponta-grossense, e Vinícius Andrade, até então seu auxiliar, passo a ser o preparador físico da equipe de Vila Oficinas. Curiosamente, Antonio Marcos foi um dos responsáveis pela parceria firmada entre o clube e a UEPG, para a realização dos exames físicos dos jogadores. Antonio Marcos, de acordo com a direção do Operário, alegou problemas particulares para não continuar no clube.

Na manhã de ontem, cinco dos 24 jogadores do plantel alvinegro coletaram material para exames laboratoriais de hemograma, glicose, creatina, Ck LDH, ácido úrico, parcial de urina e parasitológico. Em seguida, esses mesmo cinco jogadores fizeram os testes de bioimpedância, exame que permite avaliar a composição corporal dos atletas.

Segundo o professor Edson, a partir dos resultados dessa avaliação física e de saúde será feita toda a programação da equipe desse segundo semestre, para que cada atleta receba a carga de treinamento apropriada à sua condição física. “Com isso, deverão ser evitadas as contusões por sobrecarga de trabalho físico e treinamentos”, cometa o professor, destacando a oportunidade dos acadêmicos desenvolverem um trabalho cujos resultados poderão ser conferidos imediatamente, no desempenho do time no campeonato. “Esta é uma experiência que poucos terão na sua vida acadêmica”, completa.

Por Jeferson Augusto (Diário dos Campos – 15/6/2011).

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