Para se classificar, Operário precisa de vitórias nas duas últimas rodadas, e torcer por combinações; confronto entre Oeste e Cene, na última rodada é fundamental para pretensões alvinegras

Com duas vitórias e com chances de classificação para as oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro, o Operário segue, mais do que nunca, atento às contas para as duas últimas rodadas da primeira fase da competição nacional.

A parte mais simples da matemática alvinegra para uma vaga nas oitavas é a sua parte. Vencer os dois jogos, contra Cene e Mirassol, é obrigatório para o clube ponta-grossense seguir dando vida à seu projeto de subir para a Série C nacional.

CONTAS Mesmo com vitória sobre Cerâmica, Operário deve depender de seu saldo de gols para se classificar

CONTAS Mesmo com vitória sobre Cerâmica, Operário deve depender de seu saldo de gols para se classificar

Ainda que venha a ganhar do Cene, no próximo domingo, e do Mirassol, no dia 18, no Germano Krüger, o clube de Vila Oficinas ainda depende de combinações de resultados. Se o alvinegro não quiser depender do saldo de gols, o Oeste, de Itápólis, é o time que mais preocupa nas contas dos ponta-grossenses.

Por ter um confronto direto em Campo Grande, no domingo, o Cene pode ser menos incômodo que a equipe do interior paulista. O Oeste não pode vencer os dois compromissos que tem, contra Cerâmica, fora de casa, e Cene, em casa. O problema, é que se o time sul-matogrossense vencer em Itápolis na última rodada, terminaria com os mesmo 13 pontos que o Operário.

O panorama perfeito para o Operário nas próximas duas rodadas seria, além dos seis pontos somados, um empate entre Oeste e Cene na última rodada. Ou então, ter a equipe de Itápolis batendo o Oeste e não vencendo o Cerâmica neste domingo. Desta forma, o clube de Vila Oficinas não precisaria depender do saldo de gols para avançar na competição. O Mirassol, como já soma 14 pontos, mesmo folgando nesta rodada e perdendo na última rodada para o Operário, já tem vaga assegurada nas oitava de final da Série D nacional.

Com saldo negativo de menos três, a equipe de Carlos Henrique Paiva precisa alcançar, no mínimo, uma marca superior ao saldo de dois gols, ou seja, além de vencer as duas partidas restantes, ainda fazer com que uma delas seja com vantagem superior a um gol. Tarefa um pouco complicada para o clube que não vê isto acontecer desde o dia 19 de março, quando bateu o Atlético-PR por 2 a 0, na Arena da Baixada, pelo Campeonato Paranaense.

Por Jeferson Augusto (Diário dos Campos – 7/9/2011).

Uma resposta a Diário dos Campos: Operário começa a fazer contas