Alvinegro enfrenta o Oeste hoje fora de casa e precisa vencer este os demais três jogos para se classificar para oitavas

O Operário busca provar, até para si mesmo, que ainda é capaz de sobreviver na Série D. Lanterna do grupo A7 com apenas um ponto, o alvinegro encara o Oeste, hoje, a partir das 18h30, em Itápolis, abrindo sua participação no segundo turno da quarta divisão nacional.

Uma vitória é essencial para que a equipe de Vila Oficinas siga com chances de classificação para as oitavas de final, e a péssima campanha no primeiro turno fez com que uma crise se instaurasse no clube, culminando na troca de treinador.

ESTREIA Elvis faz hoje sua primeira partida com a camisa do Operário

ESTREIA Elvis faz hoje sua primeira partida com a camisa do Operário

Carlos Henrique Paiva assumiu o cargo que era de Amilton Oliveira, e hoje faz seu primeiro compromisso à frente do Operário. Com um elenco repleto de lesionados (Mateus, Ceará, Vitor Ramires, Dhiego Martins), o novo treinador mudou o esquema, do 4-4-2 que vinha usado pelo seu antecessor, para o 3-5-2 (variável ao 3-6-1, explica o técnico), além de apelar para um discurso mais motivador, prática que era pouco recorrente nos últimos meses em Vila Oficinas.

Paiva admite que evita uma preleção mais ‘emotiva’, mas sabe que o momento pede para uma revisão no discurso. “Tento trabalhar bastante dentro de campo, para fazer uma preleção pontual. Mas procurei conversar bastante, daquilo que é ideal para nós. Na adversidade precisa de fatores positivos”, explica.

A situação do Operário na Série D do Brasileiro é delicada. Se quiser se classificar para a próxima fase da competição nacional, a equipe ponta-grossense precisa, no mínimo, vencer todos os seus jogos de hoje em diante. Serão quatro partidas, duas delas em casa, contra Cerâmica e Mirassol. Tropeços de Mirassol, Cerâmica e Oeste auxiliam as aspirações dos alvinegros.

Na partida de hoje, Carlos Henrique Paiva lançou mão do 3-5-2, esquema que não era visto no Operário desde o ano passado, quando ainda era comandado por Pedro Caçapa. Durante a passagem de Amilton por Vila Oficinas, a preferência foi por um esquema com dois zagueiros.

O time que inicia jogando diante o Oeste hoje será formado por Fabrício, João Paulo, Nelinho e Marcelo; China, Zé Leandro, Serginho Paulista, Elvis e George; Marcelinho e Ícaro.

Por Jeferson Augusto (Diário dos Campos – 27/8/2011).

Uma resposta a Diário dos Campos: Operário busca o ‘quase impossível’